A coleção Crosley ficou maior e mais e brilhante. Foram adicionados novos gira-discos, com novas aparências, aumentando assim as opções. Os clássicos foram modificados e estão de volta com novos recursos. Além disso, foram adicionadas peças de mobiliário para completar a experiência do som rico e quente do vinil.
Idealizar. Personalizar. Vinilizar.
Por amor ao vinil vamos mantendo os nossos olhos e ouvidos bem abertos para as últimas novidades que podem completar as mais exclusivas coleções de vinil.
Esperamos que estejam tão entusiasmados quanto nós!
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Aparelho munido de um prato, accionado electricamente ou por pilhas, que pode girar a diferentes rotações, e sobre o qual se coloca o disco que se quer ouvir.
[Em Dicionário Priberam da Língua Portuguesa]
O primeiro fonógrafo, a vitrola, uma peça lançada pela empresa Victor que permitia ouvir música através de discos de vinil, apareceu no mercado, em 1906, nos Estados Unidos da América. Só em 1920 aparece o aparelho conhecido como gira-discos.
As cores, o toque, as memórias, o som… A experiência! Um formato de música muito móvel, mantendo as singularidades do vinil.
Construído em madeira e encadernado num material de couro sintético, o Gira-discos Crosley Cruiser transforma-se numa mala leve e fácil de transportar.
‘Os discos de vinil são sublimes, preciosos e deliciam-nos com uma experiência singular na hora de ouvir música.
Colocando as características do som de lado, os discos de vinil oferecem uma experiência visual, tátil e intelectual muito intensa, começando pela capa, com a amplitude necessária para captar todos os pormenores importantes, sem nunca esquecer que, algumas das capas, para além do valor artístico, são autênticos documentos históricos, repletos de referências e mensagens implícitas.’