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Chegou o Rocketbook Everlast!

Rocketbook Everlast – Um caderno reutilizável, amigo do ambiente.

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A utilização do papel no dia-a-dia para tomar notas rápidas ou fazer rascunhos resulta num gasto considerável que prejudica o planeta.

Com este projeto inovador – Rocketbook – poupamos papel, o meio ambiente e a carteira.

Uma tecnologia que consiste em escrever num caderno especial, com uma caneta Pilot FriXion, digitalizar a informação para o smartphone / tablet através da app gratuita Rocketbook. Posteriormente, com a ajuda do pano (incluído) ligeiramente humedecido limpamos o caderno e está pronto a ser reutilizado. Infinitamente.

O Rocketbook Everlast está disponível em dois tamanhos: Letter ~A4 (21,59 cm x 27,94 cm) e Executive ~A5 (15,24 cm x 22.35 cm). Ambos na cor preta, em www.yonos.pt/pt/produtos/escrita-desenho

 

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Descobrir a magia do Rocketbook Everlast »

 

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TESTES Exame Informática | ‘O Wi-Fi está a mexer’

Na edição de Agosto de 2018, a revista Exame Informática testou diversos pontos de acesso mesh.

O comparativo analisou o Google WiFi, o Asus Lyra AC2200 Mesh, o Asus Lyra Trio AC1750 Mesh e o DKT Wave2 Powerline.

DKT WAVE2 PowerLine

Para que seja possível compreender melhor…

‘ As redes Mesh (‘malha’) utilizam tecnologias complexas difíceis de explicar para quem não domina a linguagem técnica. Os aparelhos com esta tecnologia são muitas vezes confundidos com os repetidores Wi-Fi tradicionais. E, na verdade, uns e outros podem ser usados para expandir a rede aumentando o alcance do Wi-Fi. Mas a forma utilizada para o fazer é muito diferente. Enquanto os repetidores tradicionais ‘pegam’ no sinal Wi-Fi base, normalmente do router, e repetem-no, nas redes Mesh é como se o router estivesse espalhado por diferentes zonas. (…) É como se cada um dos pontos de acesso Wi-Fi da estrutura da ‘malha’ fosse uma antena do router original. O que permite um desempenho muito maior (os repetidores perdem largura de banda no processo de repetição do sinal), evita problemas de compatibilidade (os repetidores nem sempre ‘se dão bem’ com os routers) e facilita a instalação e utilização – nos repetidores nem sempre a comutação entre um ponto de acesso e outro acontece de modo automático e eficiente. Os diferentes pontos de acesso (hotspots) da ‘malha’ comuniquem diretamente uns com os outros e funcionem de modo unificado para criar uma única rede. Para os utilizadores, os diferentes pontos de acesso Mesh comportam-se como se fossem um único hotspot. É ligar-se a uma rede Wi-Fi e pronto! Estes aparelhos não precisam de configurações complicadas. Regra geral, basta instalar uma app e seguir alguns passos simples. Em suma, o Mesh não só permite redes estruturadas com características de desempenho e alcance típicas de soluções empresariais, como o fazem de modo muito simples para os utilizadores domésticos. ‘

Portáteis, tablets, smartphones, … São cada vez mais aparelhos a precisar de acesso à internet com qualidade, de forma a dar resposta às modernas necessidades.  A utilização de um único router  começa a não ser suficiente. Queremos movimentar-nos pela casa enquanto usamos os nossos dispositivos e vemos conteúdo em streaming, sem pensar no sinal da internet. Precisamos acabar com as zonas mortas de Wi-Fi.

‘ Como já deve ter concluído, as redes em ‘malha’ só fazem realmente sentido quando se utiliza dois ou mais pontos de acesso. Alguns destes produtos podem ser adquiridos de modo independente, mas esta opção só será interessante para quem quer prolongar uma rede Mesh já existe ou criar uma zona Wi-Fi a partir de uma ligação de rede cablada. Outra limitação prende-se com a realidade nacional. Alguns destes pontos de acesso também funcionam como routers. Por exemplo, boa parte do marketing da Google relativamente ao produto aqui testado passa pelo conceito de usar um destes aparelhos como base da rede (o router principal). O ‘problema’ é que em Portugal esta opção não faz muito sentido para utilizadores domésticos. Isto porque, regra geral, o router fornecido pelo operador integra também as funções de modem e de controlador de telefone fixo. Ou seja, pode não ser possível, pelo menos de uma forma fácil, substituir o router do operador por um ponto de acesso Mesh que também funciona como router. Mas nos (poucos) casos em que há um modem independente com uma porta de rede, o utilizador pode substituir o router por completo usando um destes pontos de acesso. Tudo o que foi explicado faz com que estas soluções tenham interesse, sobretudo, para complementar o router lá de casa. A instalação típica será: liga-se um destes pontos de acesso ao router por cabo de rede, criando a base Mesh, e depois instala-se os outros módulos (pontos de acesso) ao longo da casa de modo a aumentar ao máximo a cobertura. Depois o utilizador até pode optar por não usar o Wi-Fi do router – neste caso recomendamos, se possível, desativar o Wi-Fi na configuração do aparelho. ‘

DKT WAVE2 PowerLine

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Wi-Fi da tomada elétrica

Quem disse que os cabos de fornecimento de eletricidade são apenas para eletricidade? A DKT WAVE2 PowerLine é uma malha Wi-Fi inteligente que utiliza a energia elétrica da sua casa como cabos de internet.

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Para casas com mais de 200 metros quadrados que não conseguem ter internet em todas as divisões… Wi-Fi inteligente!

‘ (…) os resultados dos testes impressionaram-nos. Com apenas dois módulos, a rede criada foi capaz de ultrapassar o desempenho do kit Google Wifi. Para uma casa ‘comum’, provavelmente este kit será satisfatório. Ainda mais porque estes módulos têm um ‘trunfo na manga’: também são PowerLine. O que significa que a ligação entre módulos pode ser reforçada usando a rede elétrica. Um ‘mesh ainda mais mesh’! O facto de os módulos se ligarem diretamente à tomada significa que não há adaptadores de energia a desarrumar o espaço. (…) ‘

‘ VEREDICTO: Pode não ser o mais fácil de instalar, mas o desempenho é assinalável mesmo com apenas dois módulos. Suficiente para a maioria das casas. ‘

NOTA: Artigo adaptado da revista Exame Informática – Agosto 2018 – Páginas 29 a 33.